“Esse vai ser o meu melhor verão” mesmo sem a certeza, foi o que eu disse na época do Natal. Eu sentia aquilo. Eu sentia que eu merecia por tudo o que eu fiz ou, talvez, por tudo o que devo fazer.
Bobagens por bobagens, vão ficar marcadas. Aprendi muito com as infantilidades com uma alguém importante aí, beira mar, é claro, ao som de Michael Franti, clima de Léo Verão. Aprendi com as nossas maiores idiotices de quem realmente estava consciente de que tudo trará consequências mais tarde. Com dias de fazer tudo e noites de fazer nada e vice-versa com outra alguém importante aí. Com medos superados, com loucuras cometidas. Com pensamentos que nem deveriam ter surgidos em pleno verão. Com sorrisos imaginários de pessoas que imaginariamente pensaram em você em todo esse tempo. Aprendi com consequências bem enfrentadas. Com a saudade de coisas pequenas, inúteis. Com o sentir falta de pessoas que você dizia serem insignificantes. Com o vazio que você esperava mas não veio ao ficar longe de alguns que você achava não conseguir viver sem. Aprendi comigo mesma, que me surpreendeu e... Tá, bem de boa? Eu não preciso ser sempre tão poética. Esse é o meu momento mais “viva la vida” e pronto.

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