Quanto tempo, não é mesmo, meu guri? Opa, tinha me esquecido que você não é mais o meu guri. Como você vai? Continua saindo todas as noites pra beber naquela esquina de sempre? Esses dias passei pela sua casa; e céus, como bateu a nostalgia. Confesso que derramei aquelas últimas lágrimas que estavam ali, me esqueci da promessa de não-chorar-por-um-babaca-que-partiu-meu-coração. Foram as últimas, eu te juro. Queria chegar na sua frente e lhe dizer, que, guri, eu lembro de você toda hora. Me pego ouvindo a nossa música e lembrando daquele guri por qual me apaixonei, e hoje não existe mais. É estranho passar por você hoje e só dizer “oi” frio. É estranho não ter mais nenhuma chamada sua recente em meu celular. É estranho ver esse sorriso estampado em seu rosto e ter que entender que não sou mais o motivo dele. Mas eu convivo com esses fatos a tanto tempo que já passou a ser normal. E repito cada vez que me você me vem à mente: “A gente acostuma com a ausência, guria, a gente acostuma. Ele não vale uma lágrima que sai do seu olho. Levanta a cabeça e segue em frente.”(Rafaela Z. do tumblr serávocê)
5 de fevereiro de 2012
Assinar:
Postar comentários (Atom)

Nenhum comentário:
Postar um comentário