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11 de junho de 2012

Afogando. Deve ser isso. Entende? O que eu to sentindo, deve ser o mesmo que sentimos quando nos afogamos em uma mar imenso e azul. Sabe, sufocando em meio a litros, quilos, de coisas que parecem tão lindas, belas, esbeltas talvez, mas que você não soube lidar. Sabe, tropeçou, ficou desatenta, se perdeu.... afogou. Levantar. Tentar, pelo menos. No desespero, não conseguiu, não é mesmo? Eu bato meus braços com força, força, força... Fico fraca. Continuo me afogando, em tudo, em mim... as vezes em ti. Essas coisas em que me enrosco, me impedem de continuar, de tentar, como elas foram parar ali? Me afogo aonde? Quando foi que cai em tudo isso? Me afogo em dúvidas nesses momento. Complicações. Textos que ninguém intende. Textos que não explicam. Com ideias fracas, fortes emoções, tento nadar contra aquele buraco, que buraco... Olha lá! Estou subindo! Boiando, talvez. Como isso aconteceu? Só porque eu esperei? Porque eu realmente tentei subir para ver o Sol refletindo na beira da água? Estou mais alta do que a última vez que estive aqui pela beira. Mais forte, mais feliz. Já me afoguei... E como foi bom ter afogado!

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